O artista Tiago Alexandre realizou uma sessão da Escola Futurama “O que é isso do contemporâneo?” na ALSUD, em Mértola, estruturada em três momentos: começou por apresentar o seu trabalho em suporte digital, partilhando influências multidisciplinares; seguiu-se uma reflexão sobre o pensamento na arte contemporânea e a relação entre alta e baixa cultura; e a sessão terminou com a discussão de temas atuais da arte contemporânea, questionando o que define um objeto artístico e os processos da sua validação no mercado da arte.
Biografia
(Lisboa, 1988) Vive e trabalha em Lisboa.
É licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa desde 2012. No mesmo ano, foi autor da Residência artística Pé de Cabra: Its Not Basel But It Could Be, em Lisboa.
Como artista multidisciplinar, utiliza no seu trabalho vários recursos formais e diversos medias, como o vídeo, a pintura, o desenho, a escultura, entre outros.
Das suas exposições individuais destacam-se: “Molly”, Galeria Balcony, Lisboa (2024); “Morre Longe”, Appleton Square, Lisboa (2022); “Triunfante”, Palácio na Rua da Madalena, Lisboa (2019); “Words Don’t Come Easy”, Galeria Balcony, Lisboa (2018); “O Filho do Carro Preto”, Bregas, Lisboa (2016); “Entre o Boné e os Ténis”, Galeria Graça Brandão, Lisboa (2015). O seu trabalho tem sido incluído em exposições coletivas, instituições e galerias tais como: “do arquivo do acervo”, Coleção Figueiredo Ribeiro, MIAA – Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (2023); “Dark Safari”, CACE - Coleção de Arte Contemporânea do Estado, Museu do Côa (2023); “Nella Cohorte di De Chirico”, Colégio das Artes, Coimbra (2021;,”Flora”, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa (2021); “Trabalho Capital – ENSAIO SOBRE GESTOS E FRAGMENTOS”, Centro de Arte Oliva, São João da Madeira (2019); “Do Tirar Polo Natural”, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa (2018); “Tawapayera”, comissariada por Alexandre Melo, Museu Júlio Pomar, Lisboa (2017); “THEM OR US!”, Galeria Municipal do Porto, Porto (2017); “Portugal, Portugueses”, Museu Afro-Brasil, São Paulo, Brasil (2016).
Actualmente o trabalho de Tiago Alexandre encontra-se representado em inúmeras coleções públicas e privadas.
